Echoes of Earth: quando a cor nasce de uma segunda vida

Echoes of Earth: quando a cor nasce de uma segunda vida

A coleção Echoes of Earth nasceu de uma reflexão simples: tudo o que floresce tem uma origem. Antes da forma, existe a matéria. Antes da expressão, existem as raízes.

Foi dessa ideia que surgiu a linguagem visual da primeira coleção Soulstie. Tons claros que representam espaço, leveza e possibilidade. Manchas orgânicas em preto e rosa profundo que evocam movimento, transformação e crescimento.

Como se algo estivesse a emergir da terra, como se uma nova versão de nós próprias estivesse a ganhar forma.

Cor com memória

Para dar vida às peças desta coleção procurámos uma solução que estivesse alinhada com a visão da Soulstie: criar com intenção.

O tingimento foi desenvolvido através da tecnologia Recycrom, um sistema que transforma resíduos têxteis pré e pós-consumo em novos pigmentos de cor. Estes pigmentos incorporam cerca de 65% de material reciclado proveniente de desperdícios têxteis.  

Em vez de encarar os resíduos como fim de ciclo, este processo permite dar-lhes uma nova função, uma nova história.

O caminho até ao resultado final

Antes de existir uma peça acabada, existiram testes, amostras e ajustes. Cada mancha de cor foi estudada para encontrar um equilíbrio entre espontaneidade e intenção. O objetivo nunca foi criar um padrão repetitivo ou previsível. Procurávamos algo mais orgânico. Mais próximo da natureza.

Tal como acontece nas flores, nas rochas ou nos veios da madeira, não existem duas formas exatamente iguais e era precisamente essa singularidade que queríamos preservar.

Echoes of Earth - o nome

O nome da coleção surgiu muito antes das cores. Echoes of Earth fala sobre aquilo que carregamos connosco: as experiências que nos moldam, as raízes que permanecem invisíveis mas continuam presentes.

Os tons escuros representam profundidade, memória e origem e os tons rosados surgem como energia, movimento e renovação.

Juntos contam uma história de transformação, não através da perfeição, mas através da evolução. Porque tudo aquilo que floresce começa primeiro por crescer em silêncio.

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